Como tudo
começou
Era uma terça-feira qualquer quando um "oi, tudo bem?" às 23h47 mudou o rumo de duas vidas. O que era pra ser conversa rápida virou madrugada adentro — e ninguém quis dizer boa noite primeiro.
Vieram os apelidos bobos, os áudios de três minutos pra contar besteira, o "bom dia" que nunca falhava e a mania de mandar foto do céu só pra dizer: queria que você visse isso comigo.
O que torna esse amor único não é a falta de defeitos — é a escolha de ficar, todo santo dia. É saber que, no fim, casa é onde os dois estiverem.






